Kevin Cook

Rico: Buzinadela

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Foi através da escrita que a música entrou na vida de Rico. No ano 2000, descobre os ritmos populares e procurou desde essa altura, acompanhar, todos os executantes desse estilo para entender como chegar às pessoas. Ao perceber da existência de um carácter simples, vivo e dançante adotou esses elementos como base da sua música. Desde então procurou obter formação específica, numa primeira fase instrumental tendo o seu primeiro contacto com os acordes, terem sido feitos à guitarra clássica e anos mais tarde ao piano. Ano após ano, sempre procurou encontrar o modelo ideal para se apresentar ao grande público.

2018 é o ano em que o resultado de todo este percurso é apresentado, decidido em avançar e apostar num projeto de cariz ligeiro/popular, onde constam os ritmos mais populares, o entretenimento e também um convite? o convite à dança.
?Buzinadela? é o álbum de estreia composto por dez temas, dos quais nove, têm as características referidas, sendo reforçadas por um lado mais romântico com a inclusão de uma balada.

 

The classic formulation is the opening salvo of the anthropologist Claude Lévi-­Strauss’s 1955 “Tristes Tropiques”: “Travel and travellers are two things I loathe — and yet here I am, all set to tell the story of my expeditions.” It has been 15 years, he continues, since he left the remote interior of Brazil, but the prospect of this book has been a source of shame. All he wants to offer is a humble contribution to the anthropological record, “an unpublished myth, a new marriage rule, or a complete list of names of clans.” But those delicacies of knowledge are so rare, the tribulations of their collection so great, that it has proved almost impossible to separate the wheat of anthropology from the chaff of adventure: “insipid details, incidents of no significance.” It is with great hesitation, then, that he takes up his pen “in order to rake over memory’s trash-cans.” He parodies a typical travel-­book sentence of his day: “And yet that sort of book enjoys a great, and, to me, inexplicable popularity. Amazonia, Africa, and Tibet have invaded all our bookstalls.”

 

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